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di Aprovitola Enzo e C.

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Caixa de Pandora

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

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Please Understand Me II, by David Keirsey, PhD Even more than the other Idealists,Teachers have a natural talent for leading students or trainees toward learning, or as Idealists like to think of it, they are capable of calling forth each learner's potentials. Teachers (around two percent of the population) are able - effortlessly, it seems, and almost endlessly-to dream up fascinating learning activities for their students to engage in. In some Teachers, this ability to fire the imagination can amount to a kind of genius which other types find hard to emulate. But perhaps their greatest strength lies in their belief in their students. Teachers look for the best in their students, and communicate clearly that each one has untold potential, and this confidence can inspire their students to grow and develop more than they ever thought possible.
In whatever field they choose, Teachers consider people their highest priority, and they instinctively communicate personal concern and a willingness to become involved. Warmly outgoing, and perhaps the most expressive of all the types, Teachers are remarkably good with language, especially when communicating in speech, face to face. And they do not hesitate to speak out and let their feelings be known. Bubbling with enthusiasm, Teachers will voice their passions with dramatic flourish, and can, with practice, become charismatic public speakers. This verbal ability gives Teachers a good deal of influence in groups, and they are often asked to take a leadership role.
Video Profile of an Idealist Teachers like things settled and organized, and will schedule their work hours and social engagements well ahead of time -- and they are absolutely trustworthy in honoring these commitments. Valuing as they do interpersonal cooperation and harmonious relations, Teachers are extraordinarily tolerant of others, are easy to get along with, and are usually popular wherever they are.
Teachers are highly sensitive to others, which is to say their intuition tends to be well developed. Certainly their insight into themselves and others is unparalleled. Without a doubt, they know what is going on inside themselves, and they can read other people with uncanny accuracy. Teachers also identify with others quite easily, and will actually find themselves picking up the characteristics, emotions, and beliefs of those around them. Because they slip almost unconsciously into other people's skin in this way, Teachers feel closely connected with those around them, and thus show a sincere interest in the joys and problems of their employees, colleagues, students, clients, and loved ones.

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Memórias de uma viagem

The steamer makes a voyage; the sailer sails one. Alan Villiers

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Aos poucos e muito estimados leitores deste blog, o meu agradecimento por seguirem os exercícios que aqui fui deixando, e as minhas desculpas por esta interrupção. É minha intenção voltar, mas não sei dizer quando. Um dia, talvez. Até sempre!
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Sede e Subsedes

Endereços


Sede

Rua Gonçalves Crespo, 324 Tatuapé/SP
Tel: (11) 4324-5915
Horário de atendimento: 08h às 17h

Subsede Leste

Rua Arlindo Colaço, 32 - Centro de São Miguel
Tel: (11) 2033-0150
Horário de atendimento: 09h às 17h

 

Subsede Sul

Rua Ada Negri, 127 - Santo Amaro
Tel: (11) 5641-0183
Horário de atendimento: 10h às 18h

Subsede Noroeste

Rua Domingos Rodrigues, 420 - Lapa
Tel: (11) 2503-8071
Horário de atendimento: 10h às 18h

 

 

Rede Conveniada 03

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Abaixo Assinado

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Homologação

Em Construção...

Nota dos servidores da Fundacentro (instituição de pesquisa em saúde e segurança do trabalhador) sobre a Reforma Trabalhista

A Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, conhecida como reforma trabalhista, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e as Leis nos 6.019, de 3 de janeiro de 1974, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 8.212, de 24 de julho de 1991. As mudanças, preconizadas como “modernização” da legislação trabalhista e adequação às novas relações de trabalho, promovem, na verdade, a perda de direitos e possibilitam a intensificação e precarização do trabalho, o que reflete diretamente sobre a  saúde física e mental dos trabalhadores.

O trabalho intermitente e a terceirização de quaisquer atividades da empresa contratante, por exemplo, regulamentam vínculos precários. Vários estudos apontam maior incidência de adoecimentos e acidentes relacionados ao trabalho entre os trabalhadores terceirizados. Ainda que se fale em mesmas condições dos empregados contratados, tem sido constatado que isso não ocorre na prática.

Em relação ao trabalho intermitente, considerado como “o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses”, é preciso considerar ainda que o trabalhador fica à disposição do chamado do empregador. A convocação deve ocorrer com pelo menos três dias de antecedência e, se aceita, não pode ser descumprida “sem motivo justo”. Caso o trabalhador não vá prestar o serviço, ele deve pagar multa de 50% da remuneração. Na prática, o trabalhador fica com seu tempo de trabalho reservado para o empregador e não dispõe dele livremente para si, mas receberá apenas pelas horas do dia que trabalhar.

Não é difícil refletir sobre os impactos que isso trará ao trabalhador e a sua saúde. Se ele só recebe por trabalho executado, a composição de uma renda mensal permanecerá incerta até que finde o mês. Além disso, nesta forma de remuneração, existe a tendência de sobrecarga de trabalho em determinados casos, visto que, em tal cenário, qual o trabalhador que recusará um pedido? Se recusar, ele será chamado novamente? E quando ele estiver doente? Se não for trabalhar, simplesmente não recebe pagamento. Tendem a crescer a negação do adoecimento e o presenteísmo, situação em que o trabalhador doente continua trabalhando mesmo sem ter condições para isso, agravando o seu quadro. O trabalhador só deixará de trabalhar quando não aguentar mais. Além da diminuição salarial, toda esta instabilidade pode gerar um cenário de sofrimento mental e de mais precarização do trabalho.

Também há a regulamentação do teletrabalho. A nova legislação aponta que “o empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes de trabalho” e completa que “o empregado deverá assinar termo de responsabilidade comprometendo-se a seguir as instruções fornecidas pelo empregador”. Como servidores de uma instituição de pesquisa em saúde e segurança do  trabalhador, não podemos deixar de externar nossa preocupação, pois sabemos que a prevenção de doenças e acidentes do trabalho requer ações que ultrapassam a maneira simplista como a questão foi tratada na “reforma”.

Nossas pesquisas comprovam que não se conquistam ambientes seguros apenas oferecendo informação aos trabalhadores. Entre outras coisas, é preciso que a própria concepção do ambiente de trabalho preveja meios que garantam a prevenção de acidentes e doenças. Mas como pensar em um ambiente laboral concebido de maneira prevencionista se este ambiente é o próprio lar do trabalhador? E como estabelecer um ritmo de trabalho que não gere adoecimentos por esforços repetitivos se não há pagamento de pausa remunerada no teletrabalho? Como evitar que o trabalhador esteja disponível ao trabalho 24 horas? Esta intensificação e disponibilidade total causam desgaste físico e sofrimento mental que podem levar ao adoecimento.

Outro aspecto a ser considerado é que, atualmente, as empresas responsabilizam os trabalhadores pelo adoecimento argumentando que eles não respeitam documento específico que assinam, no qual, por exemplo, consta que não devem ultrapassar a jornada de trabalho estabelecida. Na verdade, nenhum trabalhador trabalha mais porque quer, mas sim para atingir produtividade e metas exigidas pelo contratante. Portanto, se não houver mudanças na forma de se determinar essas metas (atribuições que as empresas não aceitam compartilhar com representações de trabalhadores), a tendência é de haver jornadas ainda mais extensas do que as que já existem.

A nova legislação traz ainda a possibilidade de redução de direitos via negociação coletiva, além de dificultar o acesso do trabalhador à Justiça do Trabalho, visto que ele deverá arcar com o custo do processo. Também fixa indenizações baseadas no último salário contratual do ofendido. Se um trabalhador ganha menos, a ofensa recebida vale menos. Como não pensar nos casos de assédio moral ou de trabalhadores contaminados que adquirem doenças como o câncer ocupacional? Mentalmente fragilizados, fisicamente adoecidos, terão mais dificuldades de ter acesso ao direito de reparação que lhes é devido.

A Justiça do Trabalho deve se basear, segundo a nova legislação, no “princípio da intervenção mínima na autonomia da vontade coletiva”. Mas que vontade coletiva é esta em que os lados que negociam não possuem a mesma força? Mesmo assim, a Lei nº 13.467 afirma que a “convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho têm prevalência sobre a lei” em alguns casos. Entre eles, estão: jornada de trabalho, observados os limites constitucionais; banco de horas anual; teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente; remuneração por produtividade e por desempenho individual; enquadramento do grau de insalubridade; prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia das autoridades competentes do Ministério do Trabalho.

Ocorre que esses itens são estruturantes do bem-estar do trabalhador durante sua jornada. Na prática, acaba-se com o contrato civilizatório que permite que a sociedade funcione minimamente equilibrada. Para que haver Estado, esse terceiro ente, se as negociações entre os vendedores e os compradores de força de trabalho bastam, observando raramente preceitos constitucionais? A história do desenvolvimento econômico mundial ensina que, sem regulação estatal, os trabalhadores recebem pagamentos cada vez menores até chegarem a uma condição miserável, na qual não contribuem mais ao sistema econômico como consumidores. Não foi senão por isso que se estabeleceu o salário mínimo. No entanto, com o artifício do teletrabalho, do trabalho intermitente e da negociação imperativa, haverá trabalhadores recebendo muito menos que o mínimo, ficando excluídos da participação na vida social.

Fundamental destacar que, embora esses itens tenham relação direta com a saúde e a segurança dos trabalhadores, a lei desconsidera esse aspecto. E ainda ressalta que “regras sobre duração do trabalho e intervalos não são consideradas como normas de saúde, higiene e segurança do trabalho para os fins do disposto” no artigo que coloca que essas normas e o “adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas” não podem ser alvo de negociação coletiva. No entanto, permite que grau de insalubridade e prorrogação de jornada em ambientes insalubres sejam negociados.

Além disso, deve-se ressaltar que jornada de trabalho, vínculos precários e remuneração por produtividade são aspectos da organização do trabalho que influenciam diretamente no adoecimento do trabalhador e são levados em conta por diferentes campos de estudos, como a ergonomia, a sociologia do trabalho, a ergologia, a clínica do trabalho e a psicodinâmica do trabalho. Há casos conhecidos em que a remuneração por produtividade levou ao adoecimento e até mesmo à morte de cortadores de cana. Esses aspectos da organização do trabalho também estão na causa dos adoecimentos em frigoríficos e bancos. São apenas alguns exemplos que nos permitem delinear o impacto da nova legislação trabalhista sobre a saúde de toda a população trabalhadora.

Um último ponto a ser destacado, e não menos importante, é o caso das gestantes, que para                 não trabalharem em “atividades consideradas insalubres em grau médio ou mínimo” deverão apresentar atestado médico que recomende o afastamento. Impedir a gestante de trabalhar em local insalubre é medida de proteção que não deve ser fragilizada com exigência de qualquer documento médico, a não ser o próprio exame que comprove a gravidez. O artigo, ao invés de dar liberdade de decisão, condiciona o direito de preservação da saúde à apresentação de um atestado médico.

A partir da reforma trabalhista, a decisão de não se expor ao agente insalubre e procurar um médico deverá partir da empregada gestante. Sabendo que esta decisão trará contratempos ao setor onde trabalha e ao chefe, talvez até comprometendo seu emprego, ela o fará mesmo assim? A que preço? Ao procurar um médico, qual a chance do profissional ter as informações necessárias relativas ao trabalho e à real condição do ambiente laboral para avaliar se a gestante pode continuar ou não a ser exposta? Se as gestantes não podem ser expostas a nenhum dos agentes insalubres reconhecidos, a exigência do atestado não faz nenhum sentido.

Segundo o Art. 189 da CLT, “serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos”. O ideal seria que nenhum trabalhador fosse submetido à condição insalubre. No caso de mulheres grávidas, os efeitos da exposição são ainda mais preocupantes, uma vez que estão passando por várias modificações em seus organismos, tornando-as mais frágeis a agentes agressivos, e ainda expondo o bebê em fase de formação a estes agentes.

Há na literatura vários estudos demonstrando malformação ou natimortalidade provocados por exposição de mulheres grávidas a agentes agressivos. Assim como outros tantos indicam que diversos agentes passam para as crianças através do leite materno.

Além disto, os bebês são mais suscetíveis a agentes tóxicos, e a exposição pode ter consequências irreparáveis na vida dessas crianças. Trata-se da defesa do direito à saúde e à vida. O laudo de um médico, seja este de empresa, do SUS ou de confiança da gestante ou lactante, não altera o risco ambiental do local já considerado insalubre. Ao permitir à gestante ou lactante trabalhar e amamentar em local insalubre, a nova legislação está permitindo a exposição desses bebês, ou seja, de incapazes, e suas mães a agentes agressivos.

Essas mudanças aqui relatadas certamente trarão consequências para a saúde e segurança dos trabalhadores. Caminha-se para um cenário em que a precarização e intensificação do trabalho serão ainda maiores, o que pode levar a um aumento dos adoecimentos e acidentes do trabalho. As relações de trabalho se fragilizam, criam-se trabalhadores de diferentes categorias, os laços de solidariedade são rompidos e a organização do trabalho cria o cenário

propício ao adoecimento e ao assédio moral.

Publicada em 14 de julho de 2017 no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.467 tem 120 dias após a publicação para entrar em vigor. É preciso que ela seja revista antes que suas modificações impliquem em mais adoecimentos e acidentes relacionados ao trabalho, o que têm um custo social imensurável e um custo financeiro que deveria ser levado em conta até mesmo por aqueles que se pautam  unicamente por questões econômicas.

Adir de Souza

Adriana Cunha Belasco

Adriano Myotin

Alexandra Rinaldi

Alexandre Cabral Tinet dos Santos

Alisson Cardoso Santos

Amarildo Aparecido Pereira

Ana Lucia Bento da Silva

Ana Rubia Wolf Gomes

Andre Luis Santiago Maia

Antonio Lincoln Colucci

Arline Sydneia Abel Arcuri

Armando Barbosa Xavier Filho

Artur Carlos Moreira

Augusto Antonio Barroso Madruga

Augusto Portanova Barros

Bianca Rocha Alcantara

Carlos França

Carlos Sérgio Silva

Cézar Akiyoshi Saito

Claudia Cecilia Marchiano

Cleiton Faria Lima

Clodoaldo Caetité de Novaes

Cristiane Maria Galvão Barbosa

Cristiane Oliveira Reimberg

Cristiane Paim da Cunha

Cristiane Queiroz Barbeiro Lima

Dalton Tria Cusciano

Daniel Martins da Silva Junior

Daniel Pires Bitencourt

Daniel Ricardo Farias Corral

Daniela Bezerra

Daniela Sanches Tavares

Débora Maria dos Santos

Delma Francisco Batista

Diego Fernando Ferreira de Oliveira

Doracy Moraes de Souza

Edival Pereira Silva

Edson Luiz dos Anjos

Edson Rodrigues Santos

Eduardo Algranti

Eduardo Garcia Garcia

Eliane Vainer Loeff

Eliseu Baptista Filho

Elizabeti Yuriko Muto

Emerson Moraes Teixeira

Evilyn Cristhina Silva

Fábio Sperduti

Fernanda de Freitas Ventura

Flavio Maldonado Bentes

Gilmar da Cunha Trivelato

Glaucia Menezes Fernades

Glaucia Nascimento de Souza Veloso

Guilherme Masaaki Koreeda

Gustavo dos Santos Henschel

Gustavo Holzbach Haibara

Helvio Benedito Dias de Carvalho

Heraldo Nelson Guimarães Santos

Horacy Hiroki Takada

Jefferson Peixoto da Silva

João Apolinário da Silva

João Luiz Martins

Jorge Marques Pontes

José Damásio de Aquino

José Hélio Lopes Batista

José Leonardo Padilha

José Marçal Jackson Filho

José Renato Alves Schmidt

Josildo Marcello Muricy Silva

Josué Amador da Silva

Juan Gomes Pereira

Juliana Andrade Oliveira

Júlio César Lopardo Alves

Karina Penariol Sanches

Laura Soares Martins Nogueira

Leo Vinicius Maia Liberato

Leonice Lima Silva

Leonidas Ramos Pandaggis

Ligia Vera Wrasse

Lourenil Aparecido Ferreira

Lúcia Silva da Rocha

Luís Renato Balbão Andrade

Luiz Antonio de Melo

Luiz Fernando de Sena

Madalena Pacífico

Marcela Sarto

Marcelo Alexandre de Vasconcelos

Marcelo Ramos

Marco Antonio Bussacos

Marco Aurélio Barroso Madruga

Marcos Paiva Matos

Maria Christina Felix

Maria Cristina Gonzaga

Maria de Fatima Fuste dos Santos Sousa

Maria de Fatima Torres Faria Viegas

Maria do Monte Costa de Almeida Correa

Maria Engrácia de Carvalho Chaves

Maria Maeno

Maria Muccillo

Marina Maria Rodrigues Guedes

Marlene Lucas

Mauro Maia Laruccia

Mey Rose de Mello Pereira Rink

Moacildo Paiva da Silva

Myrian Matsuo Affonso Beltrão

Nelson Salvo

Patrícia Moura Dias

Ralph Piva

Raquel de Almeida

Regina Lucia Carloni Terras

Renata Caldas

Renata Schneider Viaro

Ricardo de Cesar Rosa

Ricardo Luiz Lorenzi

Roberta Granja Gonzaga

Roberto Cunha Dantas

Robson Rodrigues da Silva

Rogério Galvão da Silva

Rosana Gonzaga Franco Melo Massa

Sandra Donateli

Sérgio Antonio Santos

Sergio Roberto Cosmano

Silvana Cutrupi Gonçalves

Silvia Helena de Araújo Nicolai

Solange Regina Schaffer

Solange Silva Nascimento

Sonia Maria Jose Bombardi

Sueli Ismerim Nascimento

Tarsila Baptista Ponce

Tatiana Gonçalves

Teresa Cristina Nathan Outeiro Pinto

Thaís Helena de Carvalho Barreira

Tiago Borges Pedroso do Amaral

Valdecyr Marques de Alencar

Valéria Ramos Gomes Pinto

Vanda Deli de Sousa Teixeira

Vania Gaebler

Vera Lúcia Soares Santos

Walter dos Reis Pedreira Filho

15º Congresso Extraordinário da Cut

CUT completa 34 anos e debate os rumos do país com sindicatos e movimentos sociais

Na data em que completou 34 anos, na segunda-feira (28/08), a CUT iniciou o debate de seus rumos como maior central sindical da América Latina em sua “15º Plenária/Congresso Extraordinário e Exclusivo: 100 anos depois...A luta continua! Nenhum Direito a Menos". O evento lembra o centenário da primeira greve geral no Brasil e os 100 anos da Revolução Russa.  O Congresso abriga uma exposição sobre a greve geral de 1917 organizada pelo Centro de Documentação e Memória Sindical (Cedoc/CUT) e pela Secretaria de Cultura da CUT, em parceria com o Arquivo Edgard Leuenroth, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Logo cedo, o Presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas pulgou um vídeo de saudação à luta dos trabalhadores e trabalhadoras que fazem parte da história da maior central sindical da América Latina.

Em seguida, análises qualificadas sobre a conjuntura internacional feitas pelo embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, João Felício (presidente da Confederação Sinsical Internacional) e o jornalista Luís Nassif.  Logo depois, o debate sobre a resistência do movimentos sindical aos avanços do neoliberalismo no mundo continuou com Fausto Durante, da Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL); Hugo Yasky, da Central de Trabalhadores da Argentina (CTA); e Victor Baez, secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores e das Trabalhadoras das Américas (CSA).

A conjuntura nacional foi tema de um debate à tarde que reuniu Guilherme Boulos (MTST), João Pedro Stédile (MST), Monica Valente (PT) e Vagner Freitas (CUT). 

À noite, ocorreu a cerimônia oficial de abertura do Congresso, que vai até quinta-feira (31). Quase 100 convidados internacionais se juntaram no evento aos mais de 720 delegados e delegadas de todo país e representantes de movimentos sociais do campo e da cidade, da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo.

É uma Plenária Estatutária que se transformou em um Congresso Extraordinário devido à gravidade do momento em que Brasil passa e relembra no nome da atividade, os 100 anos da primeira Greve Geral do país e a luta continua. “Muita coisa mudou desde o 12º Congresso da CUT, que aconteceu em 2015. A presidenta Dilma Rousseff estava no começo de sua segunda gestão em que o cenário era outro. Agora temos um presidente não eleito para executar um projeto derrotado nas últimas três eleições e que tira direito do povo todos os dias”, enfatiza a secretária-geral adjunta, Maria Faria.

“Precisamos atualizar coletivamente a nossa análise de conjuntura, as estratégias e o plano de lutas contruindo a unidade com os movimentos sociais para enfrentarmos e lutarmos contra os retrocessos para a classe trabalhadora, em defesa da democracia e por um país mais justo”, completa Maria.

O Congresso extraordinário da CUT já teve etapas preparatórias em todas as regiões do país, indicando sugestões e proposições de trabalhadores e de trabalhadoras para contribuir com as resoluções da Nacional para o próximo período.

Confira abaixo a programação, disponível também no aplicativo da CUT.

“Este Congresso tem como um de seus principais objetivos trazer para o centro dos debates, com os delegados e as delegadas, a verdadeira face da luta de classes que estamos vivendo, no qual a financeirização do campital faz o papel de "governar" o país", ressalta Maria.

“Também teremos um grande desafio para 2018. Temos que debater qual será o projeto que vai defender ou não a classe trabalhadora e a democracia no país. Nós como atores sociais, que somos, temos que discutir, sim, que país é este e que estado é esse que nós defendemos”, conclui ela.

Serviço

Local: Espaço Immensità: Av. Luiz Dumont Villares, 392 - Junto ao Complexo Hoteleiro Wyndham Garden Convention Nortel - F. 11 5070-9000

Datas: Dias 28,29,30 e 31 de agosto de 2017

Horário: a partir das 9h

Escrito por: Érica Aragão

Publicado em: 27/08/2017 - 18:28Última modificação: 29/08/2017 - 03:17

 

 

Curso de formação profissional

Ata do Ministério do Público do Trabalho - CCT 2017

Ata da reunião de mediação do Ministério do Público do Trabalho CCT 2017

Clique aqui para ter acesso ao documento

Esclarecimento da comissão eleitoral nas eleições 2017

Diante dos constrangimentos que alguns mesários estão passando nesta eleição é salutar fazer alguns esclarecimentos.

Tivemos a inscrição de três chapas neste processo eleitoral. A Chapa 1 se inscreveu no primeiro dia, as Chapas 2 e 3 se inscreveram no ultimo dia (26/09), por volta das 16:40. A inscrição terminava às 17hs.

Foram recebidos todos os documentos. Na Chapa 2, encabeçada por Aline Louise foram observados pela Comissão a falta de vários documentos, como RG e CPF documentos fundamentais para a inscrição até numero a mais de candidatos foram inscritos. O que também ocorreu com a Chapa 3 encabeçado Antonio Sergio.

Em consequência da inscrição tardia, não foi possível no mesmo dia consultar o setor de cadastro do Sindicato, para verificação cadastral. Mesmo assim foram concedidas as chapas mais um dia para que verificassem e fizessem os ajustes necessários.

Portanto, no dia (28/09) o cadastro informou que em ambas as chapas haviam candidatos que não eram sócios e outros que não estavam com os pagamentos em dia, requesitos básicos para inscrição da Chapa, conforme estatuto sindical.

Não tendo esses requisitos as chapas não atendiam os requisitos básicos para inscrição. A Chapa 2, da senhora Aline, tinham seis (6) nomes que não estavam em dia com a contribuição financeira ou não tinham o prazo mínimo de filiação para ser candidatos. A Chapa 3 tinha dez nomes (10) que além de terem os mesmo problemas que a Chapa 2, tinha um dos nomes que o candidato nem era sócio.

A Chapa 2, encabeça por Aline e a Chapa 3, encabeçada por Antonio Sergio foram impugnadas por não atingirem o numero necessários para inscrição da chapa.

Ouça aqui o áudio na integra do presidente da Comissão Eleitoral, Aparecido Luiz, que dá explicação com maiores detalhes

Último dia das eleições 2017 no SITRAEMFA

Chegamos ao último dia de eleições do SITRAEMFA, foram cinco dias que os mesários percorrem o interior, litoral e cidade de São Paulo, para coleta de votos dos trabalhadores da Fundação CASA e Rede Conveniada.

Nesta eleição, que irá eleger a Diretoria Executiva, Diretoria Regional, Conselho Fiscal e Suplentes, para o próximo triênio, 2017/2020, o quorum já foi alcançado,

As urnas ao serem encerradas hoje (10/11), seguirão junto com os mesários para a sede do SITRAEMFA, onde posteriormente deverão ser apurados os votos.

Tabela Salarial 2017/2018

Reajuste Salarial 2017/2018

Conforme publicamos anualmente segue a tabela de reajuste e o Piso salarial dos Professores de Educação Infantil - PEI ficará da seguinte forma: R$ 2.366,11, valendo de 1º de julho até 30 de junho de 2018.

 

Trabalhadores da Assistência Social

Em razão de divergências referente aos salários, dos trabalhadores da assistência social, constantes na Convenção Coletiva de Trabalho – CCT e os presentes nas portarias de SMADS. Comunicamos que as entidades deverão praticar os salariais descritos  na tabela, abaixo.

Informamos que, em havendo o pagamento de salários a menor que os constantes na tabela de salário salarial, abaixo, e no piso dos professores, acima descrito, o sindicato não homologará as rescisões contratuais que contiverem valores irregulares. E que tomará as devidas providências em caso seja constatada irregularidades nos pagamentos dos valores salariais dos trabalhadores. Tendo em vista que os salários estarão em desacordo com os percentuais de aumento pactuados entre os sindicatos dos empregados e dos empregadores.

Atenciosamente,

À Direção

 

QUADRO DE REAJUSTES SALARIAL (2013 A 2016)

     

REAJUSTE ANO DE 2013 (8%)

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

3.908,98

Assistente Técnico I

2.154,89

Técnico 40 h

2.262,65

Cozinheiro (a) 40 h

1.107,21

Gerente de Serviço II

3.134,22

Assistente Técnico II

1.851,58

Técnico 20 h

1.131,32

Cozinheiro (a) 20 h

553,59

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

1.300,50

Agente Operacional 40 h ou 12/36

904,67

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

650,24

Aux. Administrativo 40 h

1.240,71

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

2.274,80

Aux. Administrativo 20 h

619,28

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1.137,40

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

1.895,67

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

947,84

   

REAJUSTE ANO DE 2014 (7%)

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

4.182,60

Assistente Técnico I

2.305,73

Técnico 40 h

2.421,03

Cozinheiro (a) 40 h

1.184,71

Gerente de Serviço II

3.353,61

Assistente Técnico II

1.981,19

Técnico 20 h

1.210,51

Cozinheiro (a) 20 h

592,34

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

1.391,00

Agente Operacional 40 h ou 12/36

967,99

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

695,75

Aux. Administrativo 40 h

1.327,55

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

2.434,03

Aux. Administrativo 20 h

662,62

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1.217,01

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

2.028,36

   

Gerente de Serviço I

4.182,60

Assistente Técnico I

2.305,73

Técnico 40 h

2.421,03

Cozinheiro (a) 40 h

1.184,71

       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

1.014,18

   

REAJUSTE ANO DE 2015 (9,5%)

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

4579,94

Assistente Técnico I

2524,77

Técnico 40 h

2651,02

Cozinheiro (a) 40 h

1297,25

Gerente de Serviço II

3672,20

Assistente Técnico II

2169,40

Técnico 20 h

1325,50

Cozinheiro (a) 20 h

648,61

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

1523,14

Agente Operacional 40 h ou 12/36

1059,94

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

761,84

Aux. Administrativo 40 h

1.453,66

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

2665,26

Aux. Administrativo 20 h

725,56

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1332,62

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

2221,05

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

1110,52

   

REAJUSTE ANO DE 2016 (4%) Para os Salários de 1º de julho de 2016 á 30 de dezembro de 2016

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

4763,13

Assistente Técnico I

2625076

Técnico 40 h

2757,06

Cozinheiro (a) 40 h

1349,14

Gerente de Serviço II

3819,08

Assistente Técnico II

2256,17

Técnico 20 h

1378,52

Cozinheiro (a) 20 h

674,55

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

1584,06

Agente Operacional 40 h ou 12/36

1102,33

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

792,31

Aux. Administrativo 40 h

1511,80

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

2.771,87

Aux. Administrativo 20 h

754,58

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1395,92

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

2298,92

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

1154,94

   

REAJUSTE ANO DE 2016 (6%) Para os Salários de 1º de janeiro de 2017 á 30 de junho de 2017

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

5048,91

Assistente Técnico I

2783,30

Técnico 40 h

2922,48

Cozinheiro (a) 40 h

1430,08

Gerente de Serviço II

4048,22

Assistente Técnico II

2391,54

Técnico 20 h

1461,23

Cozinheiro (a) 20 h

715,23

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

1679,10

Agente Operacional 40 h ou 12/36

1168,46

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

839,55

Aux. Administrativo 40 h

1602,50

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

2938,18

Aux. Administrativo 20 h

801,15

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1469,07

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

2436,85

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

1224,23

   

REAJUSTE ANO DE 2017 (2,80%) Para os Salários de 1º de janeiro de 2017 á 30 de junho de 2018

I FUNÇÃO DE GERENCIAMENTO

II FUNÇÃO SOCIOASSISTENCIAL

III FUNÇÃO DE APOIO E MANUTENÇÃO

Gerente de Serviço I

5.190,27

Assistente Técnico I

2.861,23

Técnico 40 h

3.004,43

Cozinheiro (a) 40 h

1470,12

Gerente de Serviço II

4.161,57

Assistente Técnico II

2.458,50

Técnico 20 h

1.502,14

Cozinheiro (a) 20 h

735,25

       

Orientador Sócio Educativo 40h ou 16/36

    1.726,11

Agente Operacional 40 h ou 12/36

1.201,17

       

Orientador Sócio Educativo 20 h

863,05

Aux. Administrativo 40 h

1.647, 37

       

Técnico Esp. Nível Superior 40 h

3.020,44

Aux. Administrativo 20 h

837,97

       

Técnico Esp. Nível Superior 20 h

1.510,20

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 40 h

2.505,08

   
       

Técnico Esp. Nível Médio 20 h

1.258,50

   

 

Sindicato propõe ação contra Empregadora que não aplicou reajuste salarial

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Hoje, 04/05, o SITRAEMFA esteve em audiência no Ministério Público do Trabalho para tratar dos Diretos dos Trabalhadores de uma Organização conveniada com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).

O Sindicato recebeu denuncias dos trabalhadores, que a ONG conveniada estava descumprindo as seguintes clausulas contratuais, tais quais:

- Não estava fornecendo refeição para os empregados com jornada superior a seis horas diárias;

- Não havia repassado a totalidade do rejuste salarial dado em razão da Convenção Coletiva da data base 2016, em que pese estarem conseguindo fazer a prestação de contas junto à SMADS com salário inferiores ao piso descrito na Convenção.

- Não fornecimento de EPIs, e alocação de gestante de risco e/ou restrição médica em serviços de alta complexidade.

A Procuradoria marcou audiência a pedido deste Sindicato, e após discussões e debates foram feitos os seguintes encaminhamentos:

A empregadora deverá regularizar o pagamento das diferenças do reajuste dos empregados em folha de pagamento do mês de maio (recebível em junho), bem como pagará os valores retroativos do rejuste.

A empregadora ainda apresentará a esta Entidade Sindical propostas de escalas dos equipamentos SEAS administrados pela organização, de modo que a jornada se ultrapassar seis horas diárias sejam fornecidas refeição e ainda que não exceda a jornada convencional.

O processo foi suspenso para que propostas fossem encaminhadas aos trabalhadores, sendo que em até 15 (quinze) dias, será dado uma devolutiva a Procuradoria do Trabalho acerca dos pontos discutidos.

O ANDAMENTO DO PROCESSO PODERÁ SER ACESSADO ATRAVÉS DO LINK: http://www.prt2.mpt.mp.br/servicos/movimentacao-de-procedimentos

SOB O NÚMERO: 003729 2017 02 0004

Rede conveniada mostra sua força

Sede

Em construção...

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Abril de 2015

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Informativo Setembro de 2011

Clique aqui para ter acesso ao arquivo.

Secretarias

Presidente

Aldo Antônio Damião
Telefone: 11 7734-1306 | E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Vice-Presidente

Maria Aparecida Nery da Silva
Telefone: 11 7734-2976 | E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Secretária de Finanças

Maria Gusmão Pereira
Telefone: 11 7734-2976 | E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Vice-Secretário de Finanças

Adônico Marques Ribeiro
Telefone: 11 7734-2976 | E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Secretária Geral

Cleusa de Almeida
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Vice-Secretaria Geral

Luiz Eduardo Amaral
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Secretária de Organização

Ana Claudia dos Santos Silva
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Vice-Secretaria de Organização

Patrick Hernandes Morales
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Secretária de Negociações Coletivas

Terezinha Ribeiro
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Vice-Secretária de Negociações Coletivas

Jusimar Alves de Oliveira
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Secretária de Políticas Sociais

Aline Louise Salvador
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Vice-Secretária de Políticas Sociais

Maria das Graças Fagundes Costa
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Secretaria de Imprensa

João Faustino Colombo Pereira
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Vice-Secretária de Imprensa

Maxwel Moreira Moraes
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Secretária de Política Sindical

Maria Helena Machado
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Vice-Secretária de Política Sindical

Michel Fernandes Ramos
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Secretária de Cultura, Esporte e Benefícios

Maria de Fatima dos Santos
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Secretária de Patrimônio

Maria de Fatima Paiva
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Vice-Secretário de Cultura, Esporte e Benefícios

Elias Grigorio de Andrade
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Vice-Secretária de Patrimônio

Clotildes de Oliveira Borges Almeida
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Secretária de Formação

Francisco de Assis Dias
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Vice-Secretária de Formação

Tenilda dos Santos Oliveira
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Diretoria Regional


Keila Valdete Jorge da Silva
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