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SEIOS TÚMIDOS DE PANDORA II Foto de Violeta Teixeira | Olhares - Fotografia Online locais de pandora

SEIOS TÚMIDOS DE PANDORA II

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2005-08-28 00:47:51
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Pandora, por puro prazer, decide embelezar uma foto já aqui publicada. Não pensem as mentes desfocadas de algumas/alguns comentaristas que Pandora se incomoda com críticas néscias. Não pretende ficar na História da Fotografia, como ambicionam as poetisas Violeta(s), na História da Literatura.
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Pandora, por puro prazer, decide embelezar uma foto já aqui publicada. Não pensem as mentes desfocadas de algumas/alguns comentaristas que Pandora se incomoda com críticas néscias. Não pretende ficar na História da Fotografia, como ambicionam as poetisas Violeta(s), na História da Literatura.
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O Gato e a Síndrome de Pandora

A Caixa de Pandora, de acordo com a mitologia grega, era um artefato, na verdade um jarro, que continha todos os males do mundo. A mesma foi confiada à Pandora, por seu pai, Zeus, com uma condição de jamais abri-la. Numa crise de curiosidade, Pandora desobedeceu e ao abrir a Caixa libertou todos os malogros existentes, como ódio, inveja, raiva e desamor. Mas o que os nossos felinos têm a ver com essa história?

Longe de os gatos representarem os males do mundo, pois sabemos o quanto nos fazem bem. Na realidade essa Síndrome é uma analogia à constelação de sinais e distúrbios do gato que sofre de Doença do Trato Urinário Inferior, com a Caixa, enigmática, que parecia esconder todos os malogros possíveis.

Gatos acometidos pela Doença do Trato Urinário Inferior podem também apresentar sinais de comorbidades, sendo comuns: Dermatites psicogênicas, distúrbios neurológicos, endócrinos e comportamentais. Acredita-se que assim, estes animais podem sofrer de um “mal” muito mais amplo e pouco compreendido, ou seja, a Síndrome de Pandora.

Sabe-se realmente, que há fatores comuns que causam ou predispõem os gatos a estas enfermidades; Como a obesidade, o sedentarismo e a super-população. Animais que convivem em situações de estresse constante, em atrito com outros indivíduos ,ambientes pequenos, pouca atividade física, são condições predisponentes a estas morbidades, que muitas vezes vêm associadas.

Assim como o mito de Pandora, em que a Esperança permaneceu no fundo da Caixa, há também bonança para estes pacientes que sofrem destes males. A modificação multimodal do ambiente é fundamental para a recuperação destes animais. O enriquecimento do local aonde vivem podem resolver a quase cem por cento a sintomatologia, mesmo sem o uso de fármacos. Prover o animal de esconderijos, brinquedos, jogos e estímulos, favorece a diminuição de estresse, protegendo-os do efeito “colateral” do Sistema Nervoso Simpático.

É importante que o clínico veterinário e o proprietário entendam que a Cistite no paciente felino é multifatorial. Com uma visão” holística”, poderemos detectar os fatores desencadeantes e consequentemente tratar melhor nossos pacientes.
Medicina Felina

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O país da África que se tornou um 'cemitério de eletrônicos'

  • 10 janeiro 2016
(Foto: BBC)
Image caption Sam Sandu vive da reciclagem de materiais retirados de eletrônicos em lixão de Gana

Em um vasto lixão no oeste da capital de Gana, Acra, pequenas fogueiras queimam pilhas de velhos computadores, telas de TVs e laptops, lançando uma negra e espessa fumaça.

Ao redor delas, catadores recolhem placas-mãe, metais valiosos e fios de cobre, queimando pelo caminho as capas de plástico – e, assim, enchendo o ar de substâncias tóxicas.

Trata-se de um dos maiores “cemitérios de eletrônicos” do mundo, e um dos locais mais poluídos do planeta.

Leia também: Míssil enviado dos EUA à Europa vai parar em Cuba por 'engano'

A cada ano centenas de milhares de toneladas de lixo eletrônico vindos da Europa e da América do Norte encontram neste espaço seu destino final, no qual têm seus metais valiosos extirpados em uma forma rudimentar de reciclagem.

Para muitos, é um negócio lucrativo em um país onde perto de um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza.

“É algo instantâneo”, diz Sam Sandu, um sucateiro que trabalha no local. “Você trabalha nisso hoje e consegue seu dinheiro no mesmo dia.”

Especialistas alertam, porém, que as toxinas do lixão estão lentamente envenenando os trabalhadores locais, ao mesmo tempo em que poluem o solo e atmosfera.

“Mercúrio, chumbo, cádmio, arsênico – estas são as quatro substâncias mais tóxicas [no mundo], e são encontradas em grandes quantidades em lixões de eletrônicos”, explica Atiemo Smapson, um pesquisador da Comissão de Energia Atômica de Gana, que conduziu vários estudos sobre a área de Agbogbloshie, usada para o despejo.

Leia também: Epidemia de zika no Brasil causa apreensão nos EUA

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Image caption Agbogbloshie é um dos maiores "cemitérios de eletrônicos" do mundo

Uma gama de doenças

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, ainda não foram realizados estudos de longo prazo sobre a saúde daqueles que tiram seu sustento desses lixões. Ou seja, há poucas informações sobre o número de pessoas que ficaram doentes ou morreram como resultado desse tipo de atividade.

No entanto, a exposição a essas toxinas é causa conhecida de uma gama de males, que vão desde a uma série de tipos de câncer a doenças no coração e respiratórias.

“As consequências já são, de certa forma, evidentes”, afirma Sampson. “Nós não precisamos esperar 10 ou 20 anos, os efeitos já são visíveis entre a comunidade ganense.”

Analistas estimam que o mundo vai produzir 93 milhões de toneladas de lixo eletrônico apenas neste ano – um volume cada vez maior é resultado da obsolescência de produtos de alta tecnologia.

Boa parte desses eletrônicos vai terminar em diversos lixões na África e na Ásia, em vez de serem reciclados no país em que foram vendidos.

O papel dos fabricantes

Em Gana, ativistas afirmam que boa parte desse envio é ilegal – infringindo regras da União Europeia que baniram a exportação de eletrônicos para descarte em países em desenvolvimento.

Entretanto, acredita-se que a maioria chega por meio da importação legal de produtos de segunda mão, enviados para alimentar a crescente demanda por eletrônicos baratos em economias como a do país.

Leia também: O mundo entrou mesmo em uma nova época geológica?

Image caption O pesquisador Atiemo Sampson chama a atenção para a responsabilidade dos fabricantes

Sampson afirma que os fabricantes têm uma responsabilidade e devem colaborar para a “limpar a bagunça” que seus produtos ajudaram a fazer.

“Concordo que temos uma lacuna tecnológica que deve ser preenchida”, diz. “Mas há, ao redor do mundo, uma crescente visão de que o fabricante do equipamento deve lidar com a responsabilidade na gestão do ‘fim do ciclo’.”

“Eles deveriam investir em sistemas de coleta, em programas de reciclagem na África. Seria moral e legalmente correto.”

Então, por que os fabricantes de eletrônicos não fazem mais?

Walter Alcorn é o vice-presidente de assuntos ambientais na Consumer Technology Association – entidade que representa as empresas de tecnologia nos Estados Unidos.

Segundo ele, os programas de coleta estão encorajando os consumidores a devolverem seus produtos velhos para reciclagem e prevenindo que eles sejam jogados fora e acabem, por exemplo, indo parar em países em desenvolvimento.

Leia também: 'Investigar corrupção é abrir caixa de Pandora: você mexe e aparece mais um'

Direito de imagem Thinkstock
Image caption Indústria eletrônica diz que metais pesados deixarão de ser utilizados nos produtos

Mas Alcorn afirma que a diferença real ocorrerá conforme os fabricantes eliminem gradativamente o uso de produtos químicos perigosos e metais pesados.

“Nós estamos lidando com um legado, com produtos que têm 10 ou 20 anos de idade”, ele diz.

“Em último caso, nós veremos isso ser eliminado nos próximos 10 ou 20 anos. Nossa responsabilidade básica como indústria é fabricar produtos que são ambientalmente seguros e que não irão criar esses problemas no futuro.”

‘Problema enorme’

No entanto, ao menos no curto prazo, o despejo de lixo eletrônico em lugares como Agbogbloshie continuará a crescer.

E para especialistas como o cientista Hywel Jones, da Sheffield Hallam University, do Reino Unido, a solução para o problema precisa ser compartilhada.

Seu projeto “What’s In My Stuff” (algo como “O que há nas dentro das minhas coisas”, em tradução livre) tem o objetivo de educar as pessoas sobre os materiais encontrados em um smartphone, por exemplo, ação com a qual ele espera poder ajudar a tornar os consumidores mais éticos.

“Dois bilhões de telefones celulares são fabricados todos os anos – já são mais de 15 bilhões desde 1994, e isso não conta câmeras, notebooks e TVs”, diz.

“Nós temos um problema enorme e estamos começando a consertá-lo com muito atraso. A ciência e a tecnologia nos levarão lá, mas em conjunto com o consumidor e o comportamento humano.”

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Sabe-se realmente, que há fatores comuns que causam ou predispõem os gatos a estas enfermidades; Como a obesidade, o sedentarismo e a super-população. Animais que convivem em situações de estresse constante, em atrito com outros indivíduos ,ambientes pequenos, pouca atividade física, são condições predisponentes a estas morbidades, que muitas vezes vêm associadas.

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